sexta-feira, 26 de setembro de 2014
quinta-feira, 31 de julho de 2014
OA - LÍNGUA PORTUGUESA
OA- Banco Internacional de Objetos Educacionais
Tipo de Recurso: vídeo
Durante a construção do blog foi preciso produzir textos, seguindo normas de ortografia, concordância e pontuação. Este Objeto de Aprendizagem é um exemplo de como ensinar a correta conjunção e concordância verbal aos alunos, de forma divertida, abordando um assunto do interesse deles, o computador.
Claudete
quarta-feira, 30 de julho de 2014
13 MOTIVOS PARA USAR A TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO
13 Motivos para usar a Tecnologia na Educação
1. Amplia o alcance e a equidade em educação: Com conteúdos em Rede mais pessoas podem ter acesso a Educação.
3. Ajuda alunos com deficiência: As novas tecnologias são versáteis e flexíveis e fáceis de se adaptar a diversas necessidades. Basta um pouco de criatividade.
4. Otimiza o tempo na sala de aula: A tecnologia na Educação pode expandir os limites e criar interatividade fora da sala de aula.
5. Permite que se aprenda em qualquer hora e lugar: A Tecnologia permite maior flexibilidade.
6. Constrói novas comunidades de aprendizado: Criar grupos de estudo e discussão online é algo que amplia os limites da Educação.
7. Dá suporte a aprendizagem inloco: Você pode compreender como cada estudante interpreta e aproveita do conteúdo.
8. Aproxima o aprendizado formal ao informal: A Tecnologia na Educação mistura ferramentas de lazer com a educação.
9. Provê avaliação e feedback imediatos: Através de diversas ferramentas é possível saber quanto conteúdo foi absorvido pelo estudante ou quão rentável foi a aula de um professor.
10. Facilita o aprendizado personalizado: O uso de TIC facilita o acesso aos recursos de estudo, onde quando quiser.
11. Melhora a aprendizagem contínua: Os estudantes principalmente das gerações Y e Z sentem-se mais a vontade estudando com tecnologias.
12. Melhora a comunicação: Você cria um canal adicional de comunicação com o aluno.
13. Maximiza a relação custo-benefício da educação: Plataformas de Estudo Online Grátis como ExamTime ajudam professores e estudantes a criar uma forma viável de estudos.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Tecnologia na Educação, dúvidas e certezas
Tecnologia na educação, dúvidas e certezas
Gislaine Pelegrin
Passamos atualmente por muitas mudanças e após várias leitura sobre o tema Educação e Tecnologia cheguei a conclusão que o uso das tecnologias no processo ensino e aprendizagem é algo bastante complexo, e necessita que o educador apresente uma série de habilidades e competências. Digo isto não só em relação as competências técnicas, que são fundamentais para o uso de diferentes recursos, mas também em relação as competências pedagógicas.
Segundo Perrenoud (1999, p.7) competência é “uma capacidade de agir eficazmente em um tipo de situação, capacidade que se apóia em conhecimentos, mas não se reduz a eles”. Este é um conceito de competência que tem sido uma referência, na área da educação. Assim, para esse autor compreende-se que as competências utilizam, integram e mobilizam conhecimentos para enfrentar um conjunto de situações, além de implicar também em uma capacitação dos saberes.
Diante disso, é preciso pensar nos conceitos sobre os paradigmas educacionais existentes, os processos de ensino-aprendizagem e seus conteúdos. Moraes (1997, p.27) afirma que:
Para educar na Era da Informação ou na Sociedade do conhecimentos é necessário extrapolar as questões de didática, dos métodos de ensino, dos conteúdos curriculares, para poder encontrar caminhos mais adequados e congruentes com o momento histórico em que estamos vivendo.
O mundo está passando por uma onda de transformações. Estamos vivendo a era da revolução da informação, onde esta nos conduz a novos processos de produção, a novas formas de diversão, a um novo modo de viver e pensar, agir e interagir.
Alguns autores afirmam que a Internet será responsável por uma grande revolução no sistema de ensino da nossa sociedade, concluindo que a primeira influência da Internet no âmbito educacional foi à facilidade de acesso as informações, sendo que nem sempre devem ser consideradas verídicas. O que se pode perceber é que falta ainda, não só por parte dos educandos, mas também de muitos educadores o domínio técnico e pedagógico quanto ao uso desta ferramenta.
Cabe a cada instituição escolar planejar e executar seu programa de desenvolvimento, considerando não apenas as inovações tecnológicas, e sim, os fatores humanos, como formação, capacitação e cultura.
Uma educação de qualidade deve privilegiar o aprender a aprender e a capacidade de intervenção alternativa, baseada numa cultura educacional que prioriza a atitude de pesquisa, de autonomia crítica e a busca criativa.
Um dos grandes desafios para o educador é ajudar a tornar as informações significativas, a escolhendo as verdadeiramente importantes entre tantas possibilidades, a compreendê-las de forma cada vez mais abrangente e profunda tornando-as parte do referencial.
Os educadores devem procurar integrar as novas tecnologias da comunicação/informação e novos métodos de ensino-aprendizagem, tentando favorecer a geração de conhecimento dentro de cada aluno, e não simplesmente a transmissão de informações. É importante que as pessoas possam entender como o conhecimento está organizado, como buscar informação, como utilizá-la de modo inteligente e como transmitir o processo de comunicação do conhecimento obtido.
As práticas pedagógicas devem buscar hoje, mais do que nunca, a transferência do foco de aprendizagem do educador para o educando e dos conteúdos para os processos de aprendizagem. Enfatizando conhecimento, habilidades e valores do indivíduo.
Vivemos a chamada Era da Inteligência Conectada e isso não significa simplesmente segundo (Cebrián 1998, p.18) “a interconexão de tecnologias e, sim, da interconexão de seres humanos pela tecnologia. Não é uma era das máquinas inteligentes, mas de seres humanos que, pelas redes podem combinar sua inteligência, seu conhecimento e sua criatividade para avançar na criação de riquezas e desenvolvimento social. Não é apenas uma era de conexão de computadores, mas de interconexão da inteligência humana” .
Ensinar com novas mídias será uma revolução se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino. É preciso ter consciência sobre tudo que foi citado, tanto educadores como profissionais da informação precisam estar envolvidos na busca de respostas na forma de ações integradas e adequadas à inovação na sociedade em que estamos inseridos, onde as tecnologias são instrumentos da potencialização da capacidades humanas, a informação é um bem de valor e a educação o meio para o exercício da cidadania e do bem coletivo.
quarta-feira, 16 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
OBJETO DE APRENDIZAGEM
2.14. OBJETOS DE APRENDIZAGEM
O QUE SÃO?
São todos os
recursos utilizados na prática pedagógica como textos, imagens, músicas,
simulações, gráficos, mapas conceituais, esquemas, enfim, tudo o que pode ser
utilizado pelos professores e pelos alunos a fim de desenvolver um
conhecimento.
O QUE DIZEM ALGUNS TEÓRICOS SOBRE OBJETOS DE
APRENDIZAGEM:
Para Muzio
(2001), objetos de aprendizagem ou objetos de comunicação são recursos
reutilizáveis, pedaços de informação usados para propósitos instrucionais.
Shepherd
(2000) e Wiley (2000) dizem que os objetos de aprendizagem são
aplicações da orientação a objetos no mundo da aprendizagem e são pequenos
componentes reusáveis – vídeo, demonstrações, tutoriais, procedimentos,
histórias e simulações – que não servem simplesmente para produzir ambientes, e
sim, para desenvolver pessoas.
Para Spinelli
(2007,p.7), objeto de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que
auxilia na aprendizagem de algum conceito, e, ao mesmo tempo estimula o
desenvolvimento de capacidades pessoais.
Entre as
definições apresentadas, pode-se concluir que objetos de aprendizagem são
recursos digitais dinâmicos, interativos e reutilizáveis em diferentes
ambientes de aprendizagem elaborados a partir de uma base tecnológica.
O QUE SÃO REPOSITÓRIOS?
São sites onde podemos encontrar objetos de aprendizagem. Por exemplo, O portal do professor e o Rived.
Maria Izelda
São sites onde podemos encontrar objetos de aprendizagem. Por exemplo, O portal do professor e o Rived.
Maria Izelda
OBJETOS DE APRENDIZAGEM
2.13. ANALISANDO O PERCURSO
Quando fomos desafiados a desenvolver um
projeto colaborativo, eu não imaginava como seria possível. Mais uma vez, a tecnologia veio facilitar
essa atividade. Neste desafio, em especial, entre as competências e habilidades
relacionadas ao uso e aplicação das ferramentas tecnológicas, desenvolve-se
também a competência de se relacionar com um grupo afim, além de desenvolver
habilidades de entender, colaborar e corresponder aos anseios de outras pessoas
dentro de um objetivo comum.
O uso do Prezi
conjuntamente, possibilitou acrescentar informações ao trabalho de uma forma
interativa, ampliando o conhecimento de todos os integrantes do grupo. Entre
tantas aprendizagens, destaco o conhecimento construído a partir dos diversos
pontos de vista sobre um determinado assunto que nos possibilita assumir uma
postura crítica argumentativa e o desenvolvimento da autonomia para criar e
apresentar as produções conforme as condições de cada um. Destaco o respeito ao
processo e ao nível de desenvolvimento dos alunos por parte dos professores. Aprender
com os colegas é sempre muito estimulante.
Maria Izelda
domingo, 13 de julho de 2014
OBJETOS DE APRENDIZAGEM
Como o próprio nome do blog sugere – Tecnologia na escola, e
levando em consideração os vídeos, Tecnologia e Metodologia e as Tecnologias na
sala de aula, bem como outros assuntos
relacionados ao tema publicados
no blog, selecionei alguns repositórios que com certeza enriquecem o trabalho desenvolvido
pelo grupo.
Os Objetos de Aprendizagem encontrados nesses repositórios
contemplam várias áreas do conhecimento, dando aos professores a possibilidade
de trabalhar e desenvolver competências
, habilidades, valores e atitudes, valorizando os recursos
tecnológicos como instrumento de aprendizagem, criando situações que contemplam a interdisciplinaridade e o
trabalho colaborativo. Claudete S. Todeschini
Link interessante sobre Objeto de Aprendizagem
http://ebdsetoriv.blogspot.com.br/2013/11/objetos-de-aprendizagem-oa.html
Este BLOG destina-se a propor e orientar o uso de Objetos de Aprendizagens (OAs) facilitadores da aprendizagem de Língua Portuguesa nos diferente níveis educacionais.
Este BLOG destina-se a propor e orientar o uso de Objetos de Aprendizagens (OAs) facilitadores da aprendizagem de Língua Portuguesa nos diferente níveis educacionais.
Objeto de Aprendizagem - Banco Internacional de Objetos Educacionais
Este Repositório possui objetos educacionais de acesso público, em vários formatos e para todos os níveis de ensino. Acesse os objetos isoladamente ou em coleções.
Nesse momento o Banco possui 19.830 objetos publicados, 186 sendo avaliados ou aguardando autorização dos autores para a publicação e um total de 5.693.083 visitas de 190 países. Rosa M. Heinrich
domingo, 6 de julho de 2014
sábado, 5 de julho de 2014
ASPECTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DAS TICS NO ÂMBITO EDUCACIONAL
ASPECTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DAS TICS NO ÂMBITO EDUCACIONAL
ASPECTOS POSITIVOS
Permite que o professor mostre várias formas de captar e mostrar o mesmo objeto, representando-o sob ângulos e meios diferentes: pelos movimentos, cenários, sons, integrando o racional e o afetivo, o dedutivo e indutivo.
Facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa.
O professor consegue com que o aluno desenvolva a aprendizagem cooperativa, a pesquisa em grupo, a troca de resultados. A interação bem sucedida aumenta a aprendizagem.
Emerge uma necessidade de formação continuada para os professores. Como forma de apoio aos professores, para que possam não apenas receber um novo recurso na escola, mas poder também conhecer suas potencialidades e utilizá-las para que o processo de ensino e aprendizagem.
Oferece meios de atualizar rapidamente o conhecimento, estender os espaços educacionais, ampliar oportunidades onde os recursos são escassos.
Na desigual intimidade que os alunos e professores demonstram pelas TICs, pode se haver um efeito benéfico, pois a cada professor entusiasmado em aprender e fazer diferente podem associar-se alunos mais colaborativos e solidários.
.
A oportunidade de estar em contato, ainda que virtual, com comunidades de outros estados ou até mesmo país, pode facilitar os jovens a entender e aceitar realidades, culturas e modo de viver diferentes dos seus.
Mudar a ênfase de um currículo formal e impessoal para exploração viva e empolgada por parte dos estudantes.
ASPECTOS NEGATIVOS
Há facilidade de dispersão. Muitos alunos se perdem no emaranhado de possibilidades de navegação. Não procuram o que está combinado deixando-se arrastar para áreas de interesse pessoal.
Necessita-se de uma forte dose de atenção do professor, pois diante de tantas possibilidades de busca, a própria navegação se torna mais sedutora do que o necessário trabalho de interpretação.
Em alguns casos há uma competição excessiva, monopólio de determinados alunos sobre o grupo, fazendo se necessário uma maior atenção pelo professor para esses casos.
O computador não é por si mesmo portado de inovação nem fonte de uma nova dinâmica do sistema educativo. Poderá servir e perpetuar com eficácia sistemas de ensino obsoletos. Poderá ser um instrumento vazio em termos pedagógicos que valoriza a forma obscurece o conteúdo e ignora processos.
Alguns docentes apontam as tecnologias educacionais, como gerador de algum mal-estar, como o medo de sua substituição pela máquina.
Os docentes acham que têm pouco tempo para capacitação e atualização, para a utilização das tecnologias educacionais dentro de sala de aula
Alguns docentes acreditam que, utilizando as tecnologias nas suas aulas, eles podem perder o controle da situação, já que os estudantes podem ter acesso prévio ao material a ser estudado.
A grande dificuldade do docente é a reconstrução da sua prática pedagógica, principalmente quando os pressupostos educacionais que orientam o uso do computador são diferentes da concepção de ensino e de aprendizagem do partilhado na escola.
Fonte: (Barreto, 2004; Moran 2007; Moran, 2009; Papert, 1994; Querte, 2004; Santos, 2004).
quarta-feira, 2 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
segunda-feira, 30 de junho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Aspectos positivos e negativos da tecnologia na escola
http://educere.bruc.com.br/ANAIS2013/pdf/7646_6015.pdf
Esse artigo é bem interessante vale apena ler.
Esse artigo é bem interessante vale apena ler.
terça-feira, 17 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Escolas se autoavaliam quanto ao uso de tecnologias
Indicadores criados pela Fundação Telefônica/Vivo e OEI permitem avaliar a sustentabilidade das TIC
Como as escolas utilizam as novas tecnologias? O projeto pedagógico foi realmente alterado? Os professores se adaptaram às novidades? Perguntas como estas fazem parte de um método internacional que avalia o uso e a sustentabilidade das TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) em sala de aula. O processo foi desenvolvido pela Fundação Telefônica/Vivo em parceria com a OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos).
No Brasil, escolas públicas de São Bernardo do Campo, em São Paulo, são as primeiras a usar o sistema. Cerca de 100 escolas do ensino fundamental estão utilizando um questionário com uma série de indicadores qualitativos para verificar como as tecnologias são disponibilizadas nas escolas, como o espaço físico se reorganiza, como se dá a formação de professores e diretores e que usos fazem desses novos recursos.
São Bernardo do Campo foi escolhida pela tradição em investir em tecnologias educacionais. Segundo Nanci Folena, encarregada de serviço na Secretaria Municipal de Educação, as escolas selecionadas são aquelas que utilizam laboratórios de informática há, no mínimo, dois anos. “O uso das tecnologias no cotidiano das escolas do município acontece há doze anos, quando foram montados os primeiros laboratórios de informática na rede de ensino. Atualmente, estamos capacitando os professores para melhor aplicar os recursos tecnológicos ao ensino”, afirma.
A avaliação é realizada por meio de um questionário com 33 perguntas, sendo uma parte delas dirigida aos professores e outra aos diretores. A ideia é que ele seja aplicado em uma reunião coletiva, com apoio de um mediador – no caso um professor capacitado especialmente para a aplicação da pesquisa.
Um livro e videoaulas foram produzidos para facilitar a capacitação desses mediadores. Segundo Solange Feitoza Reis, especialista em planejamento e avaliações públicas da OEI, a aplicação da ferramenta é “rápida, barata e certeira”, pois dispensa a presença de especialistas.
Para Reis, a inovação da ferramenta está no fato de ela não ser apenas uma mera coleta de dados. Ela permite que a escola seja ouvida e subsidie o planejamento e a implementação de políticas públicas. “É preciso saber ouvir quem implementa as políticas na ponta, para se tornar um bom tomador de decisão”, afirma.
“A gente tinha macro-indicadores, muito universais e que visavam medir, sobretudo, a inclusão digital. Agora conseguimos focar mais na qualidade do uso”
A aplicação do questionário nas escolas de São Bernardo do Campo está acontecendo neste mês. Os resultados serão enviados virtualmente para a OEI, que fará o tratamento da base de dados através de um software inteligente capaz de detectar possíveis inconsistências geradas durante o preenchimento dos questionários.
A segunda etapa será a apresentação da análise dos resultados para a Secretaria de Educação e a sua divulgação para todas as escolas que participaram da avaliação.
Estudo de indicadores
Os indicadores qualitativos nos quais a ferramenta está baseada fazem parte do estudo A integração das TIC na escola: Indicadores qualitativos e metodologia de investigação, também realizado por meio de parceria entre OEI e Fundação Telefônica/Vivo. Ao longo de três anos, a pesquisa ouviu ministros, especialistas e professores de 22 países da América Latina.
De acordo com a coordenadora do estudo, Márcia Padilha, a ideia surgiu a partir da demanda por indicadores mais precisos para avaliar a integração das tecnologias à dinâmica das escolas. “A gente tinha macro-indicadores, como a razão aluno-computador, por exemplo. Eles eram muito universais e visavam medir, sobretudo, a inclusão digital. Agora conseguimos focar mais na qualidade do uso”, afirma Padilha.
A publicação já está disponível para download gratuito em portuguêse espanhol. A versão espanhola chegou a ter 10 mil downloads em um só dia. De acordo com Milada Gonçalves, gerente de educação e aprendizagem da Fundação Telefônica/Vivo, a parceria com a OEI aconteceu num momento em que a introdução das TIC nas escolas passou a ser uma realidade crescente. “Temos certeza de que esse conjunto de indicadores será uma ferramenta essencial para se conhecer as distintas realidades e para se pensar na integração das tecnologias no ambiente escolar”.
*Atualizado no dia 24/05/2012 às 17h27
Disponível em http://porvir.org/porcriar/ferramenta-permite-escolas-se-autoavaliem-quanto-ao-uso-das-tecnologias/20120518
terça-feira, 3 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
O
uso das TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação) na educação
é um assunto que vem ganhando muito destaque ultimamente. Escolas da
rede pública e particular estão buscando “adequar-se” ao
contexto desse fervor tecnológico e utilizar recursos digitais no
ambiente escolar, disponibilizando o acesso à computadores, tablets,
internet, ou adotando programas que visam proporcionar uma estrutura
de um computador por aluno, dentre outras tantas iniciativas.
Porém,
todas essas experiências de inserção das TIC na escola devem
responder a duas questões, na
perspectiva de alcançar um trabalho e um projeto em benefício dos
estudantes e de sua aprendizagem:Por
quê? e Como?
Essas
duas questões vêm sendo negligenciadas durante os processos e
projetos de trabalho com recursos tecnológicos no ambiente escolar,
de modo que as iniciativas respondem somente à demanda ou à
justificativa de acompanhamento do fluxo de evolução social.
Diretores e coordenadores estão preocupados então em, simplesmente,
possuir uma estrutura de computadores e impressionar uma comunidade
de pais pelo luxo que esses recursos representam. Nesse contexto o
verdadeiro potencial e objetivo que os recursos das TIC possibilitam
são deixados de lado, ou seja, a contribuição para a aprendizagem
significativa e para o protagonismo dos processos de construção do
saber.
Por
que introduzir
as ferramentas de tecnologia e comunicação no ambiente escolar?
A
inserção das TIC na educação está acompanhada de uma perspectiva
de mudança e de melhora
da prática educativa.
Tanto as escolas da rede pública quanto da rede particular, apontam
uma dificuldade em envolver os estudantes nos processos de
aprendizagem e em agregar sentido na construção desse saber. Muitos
professores relatam a falta de interesse dos alunos em relação aos
conteúdos abordados em sala de aula, enquanto muitos estudantes
reclamam de como esses conteúdos são apresentados. Logo, o uso das
TIC chega como uma proposta de que a escola se repense como uma
instituição de ensino-aprendizagem, possibilitando uma reflexão
muito mais ampla sobre sua metodologia, espaços, tempos e agentes
dos processos de construção do saber.
É
muito comum as escolas apresentarem seus projetos de inserção de
tecnologia com a justificativa de que esse trabalho é importante por
ser a realidade dos estudantes de hoje em dia. Correto. A geração
atual, dos quais estes estudantes fazem parte, possui facilidade em
utilizar ferramentas digitais e em interagir em ambientes virtuais
como redes sociais, blogs, sites, etc. Porém, isso não significa
que eles possuem facilidade em utilizar essas ferramentas no ambiente
escolar. Nessa perspectiva, é função da escola incluir em seu
projeto de inserção das TIC um trabalho dealfabetização
digital com
seus estudantes, na perspectiva de desenvolver habilidades como:
- Autonomia da busca por conhecimento
- Domínio de utilização de ferramentas digitais
- Olhar crítico
- Manipulação de informações de maneira simultânea
- Criação de conteúdos
- Comunicação com variedade de propósitos
- Posicionamento frente a conteúdos, opiniões e informações divulgadas
O
desenvolvimento da alfabetização digital garante aos estudantes uma
autonomia em utilizar as ferramentas tecnológicas em processos
educativos, de modo a motivar e estimular a participação do grupo,
o que torna a aprendizagem dos conteúdos e habilidades vivenciadas
muito mais efetivas e significativas para os envolvidos.
Com
a utilização das TIC os estudantes passam a ter um papel de
protagonistas do processo de aprendizagem, assumindo responsabilidade
e autonomia frente aos momentos de pesquisa de informações e
conteúdos, de produção, de compartilhamento da sistematização
produzida, mas nessa perspectiva a função do professor também está
sujeita a uma grande mudança, na qual ele não possui o papel de
transmissor de conhecimento, e sim passa a ser um mediador entre os
estudantes e o seu acesso ao conhecimento.
Professores
e estudantes planejando, trabalhando e produzindo conteúdo para
divulgar em ambientes virtuais possibilitam que o conhecimento
construído esteja disponível para qualquer pessoa, e que a
experiência de construção dessa aprendizagem possa ser acessada em
outros espaços e tempos que fogem à grade horária de uma
instituição escolar, e do espaço físico de uma sala de aula,
podendo agregar opiniões e informações de pessoas ao redor do
mundo durante o processo do trabalho.
A
disseminação dos processos de trabalho em ambientes virtuais também
permite um envolvimento maior de toda a comunidade escolar frente a
um projeto desenvolvido, uma vez que possui a potência de envolver
agentes da escola como professores, outros estudantes, funcionários
e as famílias. Os pais, que possuem uma relação muito distante da
escola, ganham a possibilidade de se envolver com os processos dos
projetos de seus filhos, de modo a contribuir com a construção do
conhecimento e acompanhar o envolvimento de seu filho ao longo do
percurso, contribuindo assim para desconstruir uma postura passiva e
alheia ao processo, e que só se manifesta ao final do ano em relação
às notas obtidas.
Cada
instituição escolar deve refletir sobre suas peculiaridades e
vislumbrar como a inserção das TIC na educação pode ser benéfica
à aprendizagem de seus estudantes, contribuindo para o protagonismo
durante o processo de ensino-aprendizagem e para o desenvolvimento da
autonomia de uma comunidade escolar frente à produção de
conhecimento.
Como introduzir
as ferramentas de tecnologia e comunicação no ambiente escolar?
Não
existe uma fórmula e nem uma estrutura ideal que garanta o sucesso
de um processo de inserção das TIC na educação, e nem uma
cartilha de ferramentas e instrumentos tecnológicos que irão
impactar a aprendizagem dos estudantes. O cerne da garantia do
processo de transformação de uma escola para trabalhar com esses
novos recursos deve ser contemplado no processo de formação
dos professores, uma vez que eles são os agentes que irão
proporcionar que a transformação do contexto de ensino-aprendizagem
ocorra de fato.
É
muito importante que os professores reconheçam os objetivos e
potenciais que as ferramentas tecnológicas possibilitam nos
processos de construção de conhecimento, de modo a tornar
intencionais as propostas e possibilidades que cada instrumento
possui dentro de um plano de trabalho. Nessa perspectiva o professor
deve analisar as características e potenciais da ferramenta
selecionada para o trabalho e como ela irá beneficiar o estudante
dentro do processo de trabalho, no que diz respeito à sua
participação ativa, o desenvolvimento de suas habilidades, sua
autonomia frente aos conteúdos abordados e a construção de
conhecimento.
É
importante que o professor também contemple em seu planejamento,
como será o uso real dessas ferramentas, refletindo entre a
estrutura de acesso a instrumentos e ferramentas tecnológicas que
ele consegue providenciar na escola e que seu grupo possui acesso em
outros ambientes, de modo a refletir sobre como será a intervenção
de fato do grupo no processo de construção e manutenção de
projetos em blogs, redes sociais, etc. e a possibilidade e frequência
que ele conseguirá garantir para o desenvolvimento da habilidade de
pesquisa e discussões em ambientes virtuais como fóruns, sites de
busca, sites de compartilhamento de conteúdo, entre outros.
A
formação constante de professores, refletindo sobre as boas
experiências obtidas dentro da perspectiva de projetos desenvolvidos
com apoio de ferramentas de tecnologia de informação e comunicação,
pode auxiliar na compreensão dos potenciais desses recursos em um
plano de trabalho e ajuda a vislumbrar novas possibilidades de se
repensar os processos de construção de conhecimento no ambiente
escolar, de modo a contemplar os estudantes em outro papel nesse
contexto. Portanto, a troca de experiências e relatos sobre os
projetos vivenciados é muito importante dentro de uma equipe de
professores, assim como o acesso a relatos e materiais de outras
instituições que possam fomentar e potencializar essa discussão na
escola.
Estar
aberta a essa discussão e reconhecer o papel do uso das TIC como um
fator que irá modificar as funções e ações dos agentes de um
processo de construção de conhecimento, de modo a buscar uma
melhora na prática educativa e o alcance de uma aprendizagem mais
significativa e autônoma é o primeiro grande passo que uma escola
deve tomar.
Uma
pesquisa diagnóstica sobre as características e peculiaridades em
relação ao acesso e habilidade de uso que sua equipe de
professores, de estudantes e de outros agentes da comunidade escolar
possuem frente às ferramentas e instrumentos tecnológicos, seria o
próximo passo. Esse levantamento permitiria à escola avaliar e
planejar como iniciar a formação do olhar dos professores sobre o
potencial do uso das TIC em sala de aula, assim como nortear o
trabalho de desenvolvimento da alfabetização digital dos
estudantes, e finalmente compreender como se daria a participação
dos diversos agentes da comunidade escolar frente ao fluxo de
construção de conhecimento.
As
escolas encontram-se em um momento de aproximação dessa discussão
e de entender o impacto do uso dessas possibilidades em diversos
âmbitos de complexidade de um ambiente escolar. A reflexão do por
que e
do como as
TIC serão inseridas na sala de aula, irá garantir às instituições
de ensino um impacto significativo de aprendizagem e uma mudança
real de sua prática educativa.
Rafael
dos Santos Martins – 10/07/2012
Achei este artigo muito interessante para gente refletir e comentar.
Diante da questão que se apresenta, é prudente olhar para a história do pensamento humano em sua trajetória. A sobrevivência exigiu que os homens vivessem em grupo. Acredito que esta é a essência do ser humano. Aristóteles disse “o homem é um ser social por natureza”. Há quem questione esta afirmação: Hobbes afirma que é impossível o homem viver em estado de natureza, pois prevaleceria a lei do mais forte “ o homem é lobo do homem”, afirmava ele.
As questões filosóficas se apresentam para que possamos refletir e nos posicionar diante dos problemas atuais. Nesse sentido, o que nos preocupa hoje é se a tecnologia da informação favorece a convivência ou não. Acredito que ainda devemos olhar para nossa história para entendermos essa nova inquietação. Ao longo da história, o homem tende a passar de um extremo a outro. Segundo Aristóteles, o equilíbrio está no meio.
Vejo que as dúvidas e as interrogações, são necessárias para corrigir “a rota”, no caso, a tendência natural do ser humano de posicionar-se nos extremos. Sabendo que a tecnologia veio para ficar e que é um caminho sem volta, queremos ser otimistas e acreditar que novas formas de convivência estão se formando, novos grupos sociais estão sendo gestados. Mesmo que o futuro aponte para o desmanche da família como a concebemos hoje, e, que gerar filhos possa vir a ser um procedimento médico, desprovido da relação homem\mulher e do ventre materno, ainda assim o homem estará vinculado a alguém ou a alguma coisa. Os prejuízos ou as vantagens dessas mudanças ainda não podemos julgar, a não ser a partir de nossas hipóteses fundadas em valores deste momento histórico.
O desenvolvimento tecnológico e tudo o que vem junto, estão promovendo mudanças, sim, que podem ser positivas na medida que forem sustentáveis, justas e para todos. Maria Izelda
A evolução tecnológica tem dois lados: um positivo, afinal em diversas áreas estas descobertas só vêm facilitando maneiras de trabalhar com eficiência e dinamismo. Observamos grandes desafios e conquistas nas áreas da saúde, cultura, educação, segurança, comunicação, etc., e um lado negativo, pois muitos deixaram de lado hábitos saudáveis, cada vez mais as pessoas deixam de relacionar-se pessoalmente, estão esquecendo o lado humano. O toque, o abraço, o "bom dia", já não são tão importantes diante de tanto desenvolvimento.
Por certo não temos como viver sem essa tecnologia, por possuir valiosos prós, e mesmo que se optasse por fazê-lo, teríamos que abrir mão de muitas facilidades e mudar drasticamente nosso modo de vida.
Tais tecnologias fazem parte de um processo que não pode ser freado, cabe a nós refletir a maneira correta de usufruir o que a tecnologia nos traz de melhor, também é preciso estar alerta para não nós tornarmos reféns de equipamentos eletrônicos, abrindo mão de um relacionamento direto das pessoas do nosso meio. Nossos jovens e crianças também devem ser orientados nesse sentido, pois muitos já têm dificuldades de relacionamento interpessoal.
Porém, qual a melhor maneira de orientar nossos jovens e crianças a usufruir o que de melhor a tecnologia nos oferece (pontos positivos), uma vez que a oferta de produtos tecnológicos é cada vez maior e mais sedutora. Claudete
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